{"id":1105,"date":"2018-03-08T13:39:02","date_gmt":"2018-03-08T16:39:02","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/GDL\/wordpress\/?p=1105"},"modified":"2020-01-02T13:30:24","modified_gmt":"2020-01-02T15:30:24","slug":"08-de-marco-dia-internacional-da-mulher-comemoracao-e-reflexao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goldeletra.org.br\/fr\/08-de-marco-dia-internacional-da-mulher-comemoracao-e-reflexao\/","title":{"rendered":"08 DE MAR\u00c7O &#8211; DIA INTERNACIONAL DA MULHER: COMEMORA\u00c7\u00c3O E REFLEX\u00c3O"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Por Crislaine Lima, Karina Avelar e Cristiane Narciso, colaboradoras da Funda\u00e7\u00e3o Gol de Letra<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp;Somos mulheres, somos m\u00e3es, trabalhadoras, somos muitas!&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp;Estamos nas ruas, nas favelas, nas vielas e encarceradas. Vivemos em situa\u00e7\u00e3o de rua, desemprego, de ref\u00fagio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp;Somos negras, ind\u00edgenas. Somos l\u00e9sbicas, bissexuais e trans.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp;Somos jovens e anci\u00e3s, m\u00e3es e filhas, irm\u00e3s e amigas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp;Estamos na luta, dia ap\u00f3s dia, pela conquista de direitos, contra os retrocessos em todos os n\u00edveis de governo. Somos as trabalhadoras, contra o machismo e o patriarcado. #NenhumaAMenos #\u00c9PelaVidadasMulheres<\/p>\n\n\n\n<p>Neste 8 de Mar\u00e7o, chamamos as mulheres \u00e0 reflex\u00e3o sobre nossa hist\u00f3ria. \u00c9 impreter\u00edvel recorrer \u00e0 trajet\u00f3ria hist\u00f3rica que norteia o marco do m\u00eas das mulheres. Institu\u00eddo em 1910, na Dinamarca, em meio a II Confer\u00eancia Internacional de Mulheres Socialistas, embora s\u00f3 tenha sido oficializado pela ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas) em 1975, foi estabelecido o Dia Internacional das Mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o por acaso, a data de 8 de mar\u00e7o, marca a primeira greve de mulheres, nos Estados Unidos, em uma f\u00e1brica de tecidos na cidade de Nova York. Tecel\u00e3s que reivindicavam por melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho, eram violadas sexual e fisicamente, tinham carga hor\u00e1ria de trabalho de 16h e ganhavam um ter\u00e7o do sal\u00e1rio dos homens, que exerciam as mesmas fun\u00e7\u00f5es que elas.<\/p>\n\n\n\n<p>Importante ainda destacar o papel das l\u00edderes feministas que desde o s\u00e9culo XIX vinham buscando direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e ao voto para as mulheres. Neste per\u00edodo as mulheres n\u00e3o tinham direitos civis como os homens. No Brasil, por exemplo, as mulheres s\u00f3 passam a votar em 1932.<\/p>\n\n\n\n<p>Como marco hist\u00f3rico de luta e resist\u00eancia, temos no Brasil, em 1919, a funda\u00e7\u00e3o da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira do Progresso Feminino, que lutava pelo voto, pela escolha do domic\u00edlio e pelo trabalho de mulheres sem autoriza\u00e7\u00e3o do marido. Em 1922, a constru\u00e7\u00e3o do Partido Comunista do Brasil marca a trajet\u00f3ria de muitas mulheres na reivindica\u00e7\u00e3o pelos direitos trabalhistas, civis e pol\u00edticos, entretanto, com fortes reflexos do patriarcado nas a\u00e7\u00f5es coletivas do partido.<\/p>\n\n\n\n<p>Na perspectiva de an\u00e1lise das lutas feministas, \u00e9 necess\u00e1rio ressaltar que durante este per\u00edodo, no Brasil, as lutas e possibilidades de reivindica\u00e7\u00f5es para as mulheres estavam fortalecidas prioritariamente entre as mulheres liberais. O padr\u00e3o s\u00f3cio-hist\u00f3rico de segrega\u00e7\u00e3o racial no pa\u00eds condiciona as mulheres negras ao afastamento nas pautas e reivindica\u00e7\u00f5es por direitos, que apenas respondiam \u00e0s demandas das mulheres brancas de classe m\u00e9dia no Brasil. <\/p>\n\n\n\n<p>O acesso ao espa\u00e7o p\u00fablico n\u00e3o retira da mulher a responsabilidade da maternidade e do lar. Para que isso se efetive, \u00e9 transferido a outras mulheres, neste caso, mulheres pobres e negras ao qual aos encargos s\u00e3o proferidos. Suely Costa (2004, p.28) dir\u00e1 que consiste num movimento de transfer\u00eancia das responsabilidades e consequentemente de afetos significando \u201co caos familiar\u201d no Brasil. A sa\u00edda da mulher do espa\u00e7o privado s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel com outras mulheres assumindo suas fun\u00e7\u00f5es institu\u00eddas culturalmente, por isso, essa primeira tend\u00eancia dos movimentos feministas vai se organizar entorno de mulheres liberais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><em>As rela\u00e7\u00f5es informais na vida dom\u00e9stica naturalizam pr\u00e1ticas em que as desigualdades necess\u00e1rias aos padr\u00f5es reprodutivos dominantes s\u00e3o reinventadas. \u2018Mulheres de Confian\u00e7a\u2019 trocam servi\u00e7os, nem sempre moedas. Nessa experi\u00eancia, amplia-se o alcance dos direitos sociais para algumas mulheres e limita-se o de muitas outras [NEGRAS]. COSTA, 2004, p.29.<\/em><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A segunda tend\u00eancia de manifesta\u00e7\u00e3o das mulheres ocorre no contexto de Ditadura Civil-Militar (1964-1985). Pensar o feminismo nessa trajet\u00f3ria possibilitou fortes transforma\u00e7\u00f5es para a cultura e costumes das mulheres no Brasil. O pa\u00eds passava por um momento de moderniza\u00e7\u00e3o, que garantiu a industrializa\u00e7\u00e3o e crescimento dos setores trabalhistas. Assim, novos campos de trabalho para as mulheres s\u00e3o postos e configurados de forma precarizada e subalternizada. O mundo privado (socialmente destinado \u00e0s mulheres) encontra vias de questionamento, os padr\u00f5es tradicionais de conforma\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia e do papel da mulher j\u00e1 n\u00e3o mais d\u00e3o conta das transforma\u00e7\u00f5es que vinham ocorrendo.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro fator relevante, no par\u00e2metro da vida privada, \u00e9 a contracultura vivida na d\u00e9cada de 1960 que abre o leque de alternativas para os padr\u00f5es comportamentais, afetivos e sexuais. Sarti (2004, p. 39) elucida que essas \u201cnovas experi\u00eancias cotidianas entraram em conflito com o padr\u00e3o tradicional de valores nas rela\u00e7\u00f5es familiares, sobretudo por seu car\u00e1ter autorit\u00e1rio\u201d<em>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Feminismos militantes surgiram nas ruas sob, principalmente, forte influ\u00eancia da resist\u00eancia \u00e0 ditadura, como j\u00e1 mencionado, acreditando na queda do sistema atrav\u00e9s da luta armada. As mulheres se armam para lutar, dando visibilidade \u00e0s quest\u00f5es referentes \u00e0s interfer\u00eancias da vida cotidiana a que eram submetidas, o que contestava as rela\u00e7\u00f5es de poder impostas, insurgindo o questionamento ao que era pr\u00f3prio das mulheres (SARTI, 2004, p.37). Neste cen\u00e1rio ca\u00f3tico de priva\u00e7\u00e3o da liberdade, perda de autonomia e forte repress\u00e3o, algumas mulheres acabaram no exilio. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As favelas e espa\u00e7os populares, marcadas pela pobreza e segrega\u00e7\u00e3o, se organizam no entorno dos benef\u00edcios, fantasiados de direitos, que passam a serem garantidos pelo Estado, mediante processos de muita luta e indigna\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais. As organiza\u00e7\u00f5es das mulheres de segmentos pobres e m\u00e9dios tomam os benef\u00edcios concedidos pelo Estado protetor como forma de manterem a reprodu\u00e7\u00e3o de suas vidas, no seio das mazelas sociais. Organizavam-se em torno de<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><em>[\u2026] reivindica\u00e7\u00f5es de infraestrutura urbana b\u00e1sica (\u00e1gua, luz, esgoto, asfalto e bens de consumo coletivos), esses movimentos t\u00eam como par\u00e2metro o mundo cotidiano da reprodu\u00e7\u00e3o \u2013 a fam\u00edlia, a localidade e suas condi\u00e7\u00f5es de vida \u2013 que caracteriza a forma tradicional de identifica\u00e7\u00e3o social da mulher. SARTI, 2004 p. 204<\/em><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o os grupos feministas com heran\u00e7a das camadas m\u00e9dias e intelectuais se organizavam em torno de uma identidade que nem sempre alcan\u00e7ou as mulheres de camadas mais abastadas. Entretanto, alguns movimentos feministas ao demarcarem espa\u00e7o em diversos lugares do mundo come\u00e7am a questionar a realidade e incomodar-se com a pobreza de muitos, \u201cparte dos feminismos entra em sintonia com as quest\u00f5es cruciais desse nosso tempo\u201d (COSTA, 2004, p.24).<\/p>\n\n\n\n<p>A aproxima\u00e7\u00e3o com quest\u00f5es de classes, ra\u00e7a, etnias ganham espa\u00e7o no compromisso da luta das mulheres para al\u00e9m dos sexos, contra as desigualdades. No Brasil, faz-se necess\u00e1rio pensar a desigualdade entre as mulheres marcadas pelas estruturas de classes sociais, que caracterizam&nbsp;<em>\u201c(\u2026) identidades m\u00faltiplas e formas plurais de compartilhamento de lutas\u201d<\/em>&nbsp;(COSTA, 2004, p.24). &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Realidades das mais diversas convergiam na perspectiva de transforma\u00e7\u00e3o da sociedade como um todo. H\u00e1 uma maior articula\u00e7\u00e3o com as demandas dos bairros prec\u00e1rios e com extremas viola\u00e7\u00f5es de direitos, tomando essas atribui\u00e7\u00f5es como pautas gerais das mulheres no Brasil. Vale ressaltar que esta \u00e9 uma perspectiva de an\u00e1lise, a forma de discuss\u00e3o, linhas de pensamento e transforma\u00e7\u00e3o social enviesam-se nas mais diversas tend\u00eancias, que n\u00e3o necessariamente organizar-se-\u00e3o no entorno da pobreza do cotidiano das mulheres, para assim debater sua emancipa\u00e7\u00e3o. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao olharmos para tr\u00e1s \u00e9 poss\u00edvel reconhecer grandes avan\u00e7os na situa\u00e7\u00e3o dos direitos das mulheres. Contudo, a supress\u00e3o dessas barreiras sociais vem a partir da luta e n\u00e3o como um processo evolutivo da sociedade. Assim, em muitos aspectos, nossa sociedade ainda imp\u00f5e um forte sistema de opress\u00e3o \u00e0 mulher, n\u00e3o a colocando em um lugar de igualdade com os homens, que na g\u00eanese das sociedades ocidentais sempre tiveram um lugar de poder e destaque. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa dire\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio reconhecer a situa\u00e7\u00e3o atual das mulheres, mulheres que t\u00eam cor, ra\u00e7a, classe e territ\u00f3rio, prioritariamente na realidade brasileira. Para tanto:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chega de Viol\u00eancia!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Somos alvo de viol\u00eancia cotidianamente, viol\u00eancias espec\u00edficas como o feminic\u00eddio, viol\u00eancia sexual, f\u00edsica, patrimonial, psicol\u00f3gica e moral; estupro, explora\u00e7\u00e3o sexual. Continuamos tendo nossos corpos violados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; A taxa de feminic\u00eddio no Brasil \u00e9 a quinta maior no mundo; entre as mulheres negras essa taxa aumentou em 50% nos \u00faltimos 15 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; 70% das v\u00edtimas de estupro no Brasil s\u00e3o meninas e adolescentes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; 56,8% das v\u00edtimas de estupro registrados s\u00e3o negras.<br><\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; A cada 2 minutos 5 mulheres s\u00e3o v\u00edtimas de viol\u00eancia f\u00edsica.<br><\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; O Brasil \u00e9 o 4\u00ba pa\u00eds com maior \u00edndice em casamento de crian\u00e7as e adolescentes: s\u00e3o mais de 554 mil meninas de 10 a 17 anos.<br><\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; A viol\u00eancia obst\u00e9trica mata as mulheres, cerca de 60% das v\u00edtimas s\u00e3o negras.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pelo direito \u00e0 vida p\u00fablica!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; Apenas 10% dos representantes legislativos s\u00e3o mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; 62% dos cargos de ger\u00eancia nas empresas s\u00e3o ocupados por homens.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; A renda da mulher equivale a 76% da renda do homem.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2666&nbsp; Apesar de ser a maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira, as taxas de desocupa\u00e7\u00e3o entre as mulheres s\u00e3o de 65% enquanto a do homem de 35%.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde que foi institu\u00eddo, o Dia Internacional da Mulher \u00e9 datado por discuss\u00f5es sobre o papel da mulher na sociedade, buscando solu\u00e7\u00f5es e estrat\u00e9gias de combate \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o e \u00e0 desvaloriza\u00e7\u00e3o do trabalho das mulheres. No Brasil, o dia 8 de mar\u00e7o precisa ser de resist\u00eancia, de luta e reivindica\u00e7\u00f5es, colocando nossa hist\u00f3ria na mem\u00f3ria, reconhecendo os avan\u00e7os e retrocessos, e guiando nossas reivindica\u00e7\u00f5es para cada dimens\u00e3o de nossas vidas, garantindo \u00e0s nossas companheiras trabalhadoras solidariedade e companheirismo em tempos de que resistir \u00e9 preciso!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Referencial Te\u00f3rico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>COSTA, Suely Gomes. Movimentos Feministas, Feminismos. Estudos Feministas, Florian\u00f3polis, 12(N.E.): 264, setembro-dezembro\/2004.<\/p>\n\n\n\n<p>SARTI, C. O feminismo brasileiro desde 1970: revisitando uma trajet\u00f3ria. Estudos Feministas, Florian\u00f3polis, 12(2):264, maio-agosto\/2004. Acess\u00edvel em: &nbsp;<a href=\"https:\/\/t.umblr.com\/redirect?z=http%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fpdf%2Fref%2Fv12n2%2F23959.pdf&#038;t=MDVmN2Q0MThmMjBmZGM3ZGM2YjE2ZGE3YjY5YTY3MWM1NDUxZDNmNSx1SG12elE5Ug%3D%3D&#038;b=t%3AGSjbbfiDzWSrq5x-duBweA&#038;p=https%3A%2F%2Ffundacaogoldeletra.tumblr.com%2Fpost%2F171663366758%2F08-de-mar%C3%A7o-dia-internacional-da-mulher&#038;m=1\">http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/ref\/v12n2\/23959.pdf<\/a>..<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/sinjus.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/dlm_uploads\/MULHERES-INFOGR%C3%81FICO.pdf\">http:\/\/sinjus.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/dlm_uploads\/MULHERES-INFOGR%C3%81FICO.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/brasil\/a-desigualdade-de-genero-no-brasil-em-um-grafico\/\">https:\/\/exame.abril.com.br\/brasil\/a-desigualdade-de-genero-no-brasil-em-um-grafico\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Crislaine Lima, Karina Avelar e Cristiane Narciso, colaboradoras da Funda\u00e7\u00e3o Gol de Letra \u2666&nbsp;Somos mulheres, somos m\u00e3es, trabalhadoras, somos muitas!&nbsp;&nbsp; \u2666&nbsp;Estamos nas ruas, nas favelas, nas vielas e encarceradas. 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